Agora, graças à IA, temos o buscador social. A Meta anunciou novos recursos de inteligência artificial para o Facebook e Instagram, reforçando a estratégia de incorporar IA generativa às principais experiências da plataforma.
Entre as novidades está o lançamento do “Modo IA”, uma nova experiência de busca que utiliza a Meta AI para responder perguntas dos usuários com base em conteúdos públicos compartilhados na própria rede social.
O Modo IA “passa a considerar” publicações, discussões em grupos, vídeos e conteúdos compartilhados publicamente por usuários do Facebook em suas buscas. Segundo a empresa, a proposta é oferecer respostas mais contextualizadas, apoiadas em experiências reais e recomendações de pessoas que participam das comunidades da plataforma.
O que significa “passa a considerar”? Isso mesmo, a Meta finalmente corrigiu uma grande falha em suas plataformas – as buscas sempre foram muito ruins – e colocará um grande “buscador”, algo que o Google sempre fez com competência.
Exemplos: se um usuário procura por “dicas de viagem em Floripa”, a IA vai ler um post em grupos abertos de viagem e vai criar um resumo detalhado.
Conteúdo em vídeo? O robô consegue entender o assunto de vídeos curtos do Reels e listá-los como indicação. E mais, passará a fazer recomendações locais: o agente de IA busca opiniões em posts públicos e sugere um restaurante ou um serviço que vale a pena.
“Buscador social” no Facebook e Instagram
A Meta chama isso de “buscador social” uma vez que reúne recomendações, opiniões e experiências sobre produtos e serviços compartilhados por pessoas.
O lançamento segue uma tendência observada entre as plataformas digitais: transformar experiências de busca em ambientes mais conversacionais e baseados em inteligência artificial.
Ao utilizar conteúdos produzidos pela própria comunidade como fonte de respostas, a Meta busca explorar um diferencial frente aos buscadores e ampliar o tempo de permanência dos usuários em seu ecossistema.
A funcionalidade é alimentada pela Meta AI, assistente de inteligência artificial da empresa, e utiliza a tecnologia Muse Spark para interpretar consultas e apresentar respostas relacionadas aos temas pesquisados.

