Quem trabalha no segmento de ecommerce ou com redes sociais já ouviu falar na sigla ICP, do inglês “ideal customer profile”, ou o perfil de um cliente perfeito (ou “cliente ideal”, em tradução livre). Ele existe?
Sim, o cliente perfeito (ICP) existe e é aquele que rende o máximo valor para o produto ou serviço e que traz o melhor ROI, receita por investimento. Mas encontrá-lo é uma tarefa que demanda tempo, análise e muito investimento.
A máxima de que só é possível fazer a gestão de um negócio com dados e métricas vale também para quem tem que encontrar e se relacionar com a audiência certa.
Cliente perfeito e persona
O cliente perfeito é diferente da “persona”. Esta última foca em aspectos psicológicos de um indivíduo, enquanto o ICP foca em características que tornam um cliente valioso para o negócio.
O ICP tem nuances. Se a sua empresa opera marketing B2B é necessário identificar as empresas que têm o orçamento, o tamanho e as necessidades ideais para contratar a sua solução.
Se você opera com consumidor final e realiza ações de marketing B2C, é necessário focar em consumidores que geram maior LTV (Lifetime Value), ou seja, a receita total gerada por um cliente ao longo do tempo tem menor custo de aquisição (CAC).
Nas redes sociais, o ICP serve como o “filtro” para as ações e se traduz em uma melhor segmentação dos anúncios. É usado para configurar o público-alvo em plataformas como o LinkedIn Ads ou Meta Ads com o objetivo de garantir que o investimento não seja desperdiçado com perfis inadequados.
Na produção de conteúdo, que é sempre uma tarefa árdua, pode ajudar a definir temas que resolvam as dores específicas do “cliente perfeito”, gerando maior engajamento e autoridade.

